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Sebastian Bach: carreira solo

terça-feira, 17 de setembro de 2013



Faltam poucos dias para a vindoura apresentação de Sebastian Bach em São Leopoldo. Preparamos um post especial abordando toda a sua carreira pós-Skid Row como aquecimento para os nossos leitores. Se você ainda não adquiriu o seu ingresso, CLIQUE AQUI e confira todos os detalhes sobre este show que promete ser um dos melhores do ano em terras gaúchas. 

Qual banda não gostaria de abrir para o Kiss? Aparentemente, isso não era algo desejado pelo Skid Row em meados da década de 90. Em 1995, o grupo havia lançado "Subhuman Race", terceiro álbum de estúdio de uma banda que viveu o auge de sua carreira poucos anos antes. A verdade é que o disco não chegava nem perto do padrão de qualidade apresentado no debut autointitulado e no clássico "Slave To The Grind". Para piorar a situação, algumas tensões começaram a surgir entre Sebastian Bach e o resto da banda. Após a performance vergonhosa em São Paulo, abrindo para o Iron Maiden no Monsters Of Rock, surgiu uma ótima oportunidade para o Skid Row abrir um dos shows do Kiss durante sua turnê de reunião com Ace Frehley e Peter Criss. Bach agendou a apresentação sem o consentimento dos outros companheiros de banda, que não gostaram nem um pouco disso por acreditarem que o Skid Row era grande demais para abrir um show do Kiss.

"Você nunca é grande demais para abrir para o Kiss" - foi a mensagem deixada por Bach na secretária eletrônica de um ex-companheiro de Skid Row e, consequentemente, o início de sua carreira fora da banda. Seu primeiro passo foi juntar alguns músicos para formar um novo grupo, chamado The Last Hard Men. A nova banda de Bach contava com os guitarristas Jimmy Flemion (Frogs), Kelley Deal (The Breeders) e Jimmy Chamberlin (Smashing Pumpkins). O The Last Hard Men gravou apenas um álbum autointitulado para a Atlantic Records, que acabou optando por não lançar o material. O disco só viu a luz do dia em 1998, quando Deal decidiu lança-lo através de seu próprio selo, o Nice Records, com uma prensagem limitada de mil cópias.

BRING 'EM BACH ALIVE


Logo após a dissolução do The Last Hard Men, Bach deu início à sua carreira solo propriamente dita. Inicialmente, o vocalista gravou algumas composições novas e realizou uma curta turnê pelo Japão em 1999. A apresentação em Tokyo foi registrada e, junto das faixas inéditas, lançado em novembro do mesmo ano em um álbum chamado "Bring 'Em Bach Alive". O registro é composto por 5 faixas inéditas gravadas em estúdio com a participação de diversos músicos, além de 11 canções do show em Tokyo. Todas as faixas ao vivo são músicas originalmente lançadas pelo Skid Row, sendo a única exceção "The Most Powerful Man In The World", presente no único disco do The Last Hard Men.

Apesar de ser um álbum pouco lembrado na carreira de Bach, "Bring 'Em Bach Alive" é um trabalho essencial para os fãs do ex-Skid Row. As composições novas mostram um pouco da versatilidade de Bach, algo que não foi tão explorado por ele nos anos à frente de sua antiga banda. "Rock 'N' Roll", a faixa de abertura, é praticamente uma declaração de que ele não iria parar de fazer a música que ama nessa nova fase de sua carreira, além de soar muito semelhante ao que ele fazia no Skid Row. Temos ainda o contraste da pesada "Done Bleeding", seguida da faixa acústica "Superjeck, Superstar, Supertears". Já a canção "Blasphemer" é direta ao ponto de soar como Punk Rock, sendo seguida por mais uma faixa de muito peso denominada "Counterpunch", deixando claro que a carreira solo de Bach prometia ser promissora.



Quanto às faixas ao vivo, a verdade é que elas não ficam devendo em nada para as performances do Skid Row em seus anos de glória. Alguns dos grandes clássicos da banda estão presentes: "Riot Act", "Slave To The Grind", Mudkicker" e, obviamente, as obrigatórias "18 & Life", "I Remember You" e "Youth Gone Wild". Vale destacar também a presença de "Frozen" e de "Subhuman Race", que no álbum ao vivo está soando muito melhor que a versão de estúdio do Skid Row. O grande momento do álbum é execução de "Monkey Business", tocada em um medley com "Godzilla", clássico do Blue Oyster Cult.

Um fato curioso que poucos sabem a respeito de "Bring 'Em Bach Alive", é que existe uma versão diferente do álbum que foi lançada apenas no Japão. Na edição japonesa, quase todas as faixas de estúdio foram excluídas e outras 3 canções do Skid Row foram acrescentadas: "Here I Am", "Sweet Little Sister" e "Get The Fuck Out". Essa versão japonesa do álbum é difícil de encontrar até pela internet, sendo um dos itens mais desejados dos fãs de Bach. 



 BACH 2: BASICS


Em 2001, chegou as lojas o segundo disco de estúdio da carreira solo de Sebastian Bach. Na verdade, o novo álbum não tem nenhuma novidade, pois era apenas um apanhado de covers gravados pelo vocalista para diversos tributos. Em boa parte são bandas que de uma maneira ou outra influenciaram Bach ao longo de sua carreira. Mas o álbum está muito longe de ser dispensável e é muito válido para quem quer conhecer um lado diferente do vocalista, que mais uma vez se destaca pela versatilidade ao usar a voz que tornou seu nome mundialmente conhecido. 

"Bach 2: Basics" tem início com nada menos que 3 covers de Ozzy Osbourne: "I Don't Know", "Crazy Train" e "Believer". Por incrível que pareça, todos eles soam ótimos na voz de Bach, com destaque especial para "Believer". O petardo ainda conta com homenagens a bandas como Iron Maiden ("Children Of The Damned"), Rush ("Working Man" e "Jacob's Ladder"), AC/DC ("T.N.T." e "Little Lover") e Rod Stewart ("Tonight's the Night"). Ainda temos dois mega clássicos do Led Zeppelin, "Communication Breakdown" e "Immigrant Song", com uma ótima performance de Bach em ambas as canções.



É óbvio que não poderia faltar alguma coisa do Kiss, que marca presença em "Bach 2: Basics" com três faixas. Primeiro nós temos "Rock Bottom", do clássico disco "Dressed To Kill", de 1975. O cover seguinte é "Shock Me", presente em "Love Gun" (de 1977), canção imortalizada na voz de Ace Frehley e que contou com a participação de Rob Affuso, ex-baterista do Skid Row. Curiosamente, Bach escolheu mais uma canção cantada por Frehley para homenagear o Kiss, "Save Your Love", faixa de encerramento do polêmico álbum "Dynasty", de 1979. 

Ainda temos dois momentos curiosos em "Bach 2: Basics", sendo um deles um medley com duas canções do Hanoi Rocks, "Motorvatin'" e "Fallen Star". Um ano antes do lançamento do disco, Bach havia começado a cantar em musicais da Broadway (assunto que será abordado em um post futuro) e optou por um incluir uma faixa ao vivo de uma apresentação. A canção chama-se "This Is The Moment" e integra o musical Jekyll & Hyde, que marcou a estreia de Bach na Broadway direto com o papel principal. Apesar da qualidade da gravação não ser muito boa, fica a dica para estudantes de canto que estão lendo a matéria: escutem essa faixa! Musicais não são algo para qualquer um cantar e Bach faz uma perfomance realmente impressionante na canção.



ANGEL DOWN


Ao longo dos anos seguintes, Bach dedicou-se a uma infinidade de outros projetos. Participou de mais musicais da Broadway, esteve em reality shows e fez até mesmo participações como ator em algumas séries de TV nos Estados Unidos. Mas as apresentações de sua carreira solo não pararam e ele esteve até mesmo no Brasil em 2005, além de abrir shows para o Guns N' Roses no ano seguinte. Aos poucos, ele foi trabalhando em cima de um novo álbum de estúdio, lançado em 20 de novembro de 2007 com o título de "Angel Down". Vale lembrar que Bach não lançava um álbum composto inteiramente de músicas inéditas desde o The Last Hard Men, ou seja, foram 9 anos de espera.

Nas palavras de Paul Cashmere, da revista Undercover, "o álbum de Metal do ano, se não do século XXI até o momento". Não! O jornalista em questão não está exagerando, "Angel Down" é um álbum espetacular! Particularmente, gosto muito de recomendar o disco para aqueles que relacionam Bach apenas ao seu período mais Hard Rock do trabalho de estreia do Skid Row. "Angel Down" está anos-luz distante do que Bach fazia em sua antiga banda, soando bem mais pesado e agressivo. No geral, o álbum apresenta uma grande variedade de influências, soando bem diversificado, mas ainda assim mantendo um padrão ao longo das faixas que tem o Heavy Metal tradicional como base. 



Para gravar "Angel Down", Bach chamou um time de peso para participar da composição e gravação do álbum. Sua banda contou com dois músicos que tocaram com Rob Halford, o guitarrista "Metal" Mike Chlasciak e o baterista Bobby Jarzombek. Para o baixo foi chamado ninguém menos que o lendário Steve DiGiorgio (Testament), além do guitarrista (e fiel escudeiro de Bach) Johnny Chromatic completando o time. Ainda temos o guitarrista Adam Albright tocando na faixa-título, escrita em uma parceria dele com Bach. A produção ficou a cargo de Roy Z, músico que ganhou reconhecimento internacional na cena produzindo e tocando em 3 álbuns de Bruce Dickinson nos anos 90 ("Balls To Picasso", "Accident Of Birth" e "The Chemical Wedding"), para depois produzir ainda bandas como Judas Priest, Helloween e Sepultura. Roy Z ainda co-escreveu 4 faixas do álbum com Bach e gravou linhas de guitarra nelas ("You Don't Understand", "Love Is a Bitchslap", "By Your Side" e "Our Love Is a Lie").

Mas de todos os músicos presentes no álbum, nenhuma participação chamou mais atenção do que a presença de Axl Rose em 3 faixas de "Angel Down". Após reestabelecerem uma amizade antiga em 2006, Bach convidou o polêmico vocalista do Guns N' Roses para participar do álbum com sua voz. Uma das faixas é, na verdade, um cover do Aerosmith, "Back In The Saddle", que soou ótima na voz de ambos. Ainda podemos escutar a voz de Axl em "(Love Is) A Bitchslap", que acabou virando um dos singles do trabalho, e "Stuck Inside", faixa escrita por Bach e Johnny Chromatic. 



Outros grandes destaques do álbum incluem a faixa "American Metalhead", originalmente gravada pelo Painmuseum (banda do guitarrista Metal Mike) e "Negative Light", canção realmente pesada escrita por Bach, Mike e DiGiorgio. O falecido pai de Bach, David Bierk é duplamente homenageado no disco: primeiro com a capa, que é um quadro pintado por ele e tatuado no braço de Bach por Kat Von D; e com a magnífica balada "By Your Side". O único ponto fraco de "Angel Down" é a outra balada presente nele, que encerra o trabalho, chamada "Falling Into You". Definitivamente, ela soa deslocada em relação ao resto das canções. Um fato curioso é que "Falling Into You" foi escrita por Bach em uma parceria com Desmond Child. Nunca ouviu falar nesse nome? Certamente você já escutou algo escrito por Child! Ele já colaborou com artistas dos mais diversos gêneros possíveis e é praticamente um 'hit maker'. Lembra do memorável riff de "I Was Made For Loving You", do Kiss? Pois é, foi ele quem escreveu!

"Angel Down" foi lançado através de uma parceria de Bach com a gravadora EMI, através de um selo administrado pelo próprio vocalista. Apesar disso, o álbum teve problemas na sua distribuição e acabou vendendo apenas 6.400 cópias em sua semana de lançamento nos Estados Unidos. Mas logo depois o trabalho passou a ter uma distribuição melhor e atingiu a marca de 200 mil cópias comercializadas em todo o mundo. O álbum alcançou apenas o 191º lugar do Top 200 da Billboard, mas ficou em 1º lugar na parada de Heatseekers, que registra os álbuns mais vendidos dentre os estreantes na lista da Billboard. 

Após o lançamento de "Angel Down", uma longa turnê sucedeu-se pelo mundo inteiro para promover o álbum, além de apresentar vários clássicos do Skid Row que sempre integram o repertório. Em maio de 2008, Bach realizou uma turnê pela Austrália, para logo depois percorrer a América do Norte ao lado de Dokken e Poison. Em 2009 abriu vários shows do Guns N' Roses durante a divulgação de "Chinese Democracy", incluindo mais uma passagem pelo Brasil. Enquanto todas essas turnês estavam rolando, Bach encontrou um tempo para escrever material novo ao lado de Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed, para o que deveria ter sido o sucessor de "Angel Down". Infelizmente, nada mais foi dito sobre o trabalho que ambos estavam desenvolvendo, pois seria incrível ver ambos atuando juntos.

KICKING & SCREAMING


Bach teve alguns problemas com os músicos que estavam integrando sua banda solo e acabou trocando alguns, mantendo apenas Johnny e Bobby. Aparentemente, Metal Mike saiu da banda reclamando que não estava recebendo seu devido pagamento, fazendo com que Bach partisse em busca de um novo guitar hero para a sua banda. Um jovem rapaz chamou sua atenção com seus vídeos no You Tube. Seu nome era Nick Sterling e um certo dia Bach tentou entrar em contato com ele, mas Nick achou que se tratava de um trote e inicialmente ignorou os e-mails enviados pelo vocalista. Após descobrir que era o verdadeiro Sebastian Bach, aceitou o posto sem hesitar e começou a compor para o novo álbum de Bach. 

O segundo disco de estúdio totalmente composto por faixas inéditas teve seu nome anunciado em 15 de junho de 2011: "Kicking & Screaming". O álbum foi oficialmente lançado em 27 de setembro do mesmo ano, com um clipe da faixa título estreando no site da revista Revolver. Mais uma vez o lançamento teve uma ótima recepção por parte do público e da crítica especializada. Musicalmente, o novo álbum assemelha-se a "Angel Down" em alguns pontos, mas tem uma sonoridade própria e mostra que Bach não pretendia se repetir. Até porque, o grupo de músicos que trabalhou no petardo era bem diferente do álbum anterior.



Basicamente, "Kicking & Screaming" foi gravado apenas por 3 pessoas: Bach, Nick (que além das guitarras também gravou as linhas de baixo) e Bobby. A maior parte das composições foi assinada por Nick, inclusive a balada "I'm Alive" que acabou virando single e ganhou um videoclipe. Outra canção que virou single conta com uma participação especial: "Tunnelvision", escrita numa parceria de Bach com o guitarrista John 5 (Rob Zombie, ex-Marilyn Manson) e o produtor Bob Marlette. "Tunnelvision" é, provavelmente, o melhor momento do álbum e conta com ótimas linhas de guitarra de John 5, além de um solo sensacional. 

Outros momentos de destaque do álbum incluem canções como "My Own Worst Enemy" (ótimas melodias de guitarra), "Dance On Your Grave" (com seus momentos de peso convidando o ouvinte a banguear muito) e "Dirty Power" (refrão que gruda de primeira). Ainda temos "As Long As I Got The Music", possivelmente a canção que melhor define o álbum, daquelas músicas que marcam o resto da carreira de um músico. Certamente, uma música obrigatória em seus shows daqui pra frente. E, obviamente, não faltam boas baladas, como "Dream Forever", que estranhamente não virou single.



A turnê de "Kicking & Screaming" também marcou o retorno de Bach ao continente europeu após muitos anos sem realizar uma turnê por lá. A banda apresentou-se em alguns dos principais festivais de verão para grandes platéias, mais uma vez levando um repertório que misturava canções dos trabalhos solos e clássicos do Skid Row. Alguns shows foram gravados para posterior lançamento em um DVD e álbum ao vivo.

O álbum foi mundialmente aclamado, a banda estava tocando pelo mundo inteiro, ou seja, aparentemente tudo estava correndo bem. Mas alguns conflitos internos passaram a surgir, mais especificamente entre Bach e seu prodígio, Nick Sterling. Os problemas começaram pelo fato de Nick ter alguns problemas com álcool e não cumprir a exigência do vocalista de que nenhum integrante da banda deve beber antes das apresentações. A dependência etílica de Nick ia um pouco além disso: aparentemente ele participou de algum incidente envolvendo bebidas e má conduta no Canadá, o que impedia sua entrada no país. A gota d'água foi sua recusa em assinar um contrato de uso de imagem para uma apresentação em Los Angeles que seria filmada no Nokia Theatre, fazendo com que ele fosse demitido da banda. 

Apesar dos incidentes ao longo da turnê, um DVD/CD ao vivo chamado "ABachalypse Now" foi lançado contendo o registro de duas apresentações: o festival francês Hellfest e o show de Los Angeles sem Nick Sterling. O DVD ainda conta com parte do show no festival belga Graspop Metal Meeting, uma apresentação inusitada abaixo de muita chuva. Para mais detalhes sobre o lançamento, CLIQUE AQUI e confira o review postado no All That Metal. 



Atualmente, Bach está trabalhando em material para um próximo álbum de inéditas. A produção novamente ficou a cargo de Bob Marlette e algumas faixas contam com colaborações de John 5, Duff McKagan e Steve Stevens. Paralelamente a isso, sua banda segue realizando apresentações regulares, agora com o guitarrista Devin Bronson ocupando o posto deixado por Nick.







Como fazer um headbanger sentir-se velho - Parte 1

segunda-feira, 24 de junho de 2013


Quem não lembra dos bons tempos em que você comprava um CD ou disco de vinil e corria o mais rápido possível para chegar em casa e escutar o novo item adquirido para a coleção. Numa época em que o amigo que comprava aquele aguardado lançamento sempre acabava fazendo cópias em fita K7 para o resto do pessoal. As pessoas davam muito mais valor para cada álbum que conseguia comprar, não é era como conhecer uma banda e 10 minutos depois ter toda a discografia. Era muito melhor. 
Consultando as estatísticas de nossa página no Facebook, a maior parte dos leitores do ATM tem entre 25 à 34 anos. Ou seja, pessoas que conheceram bem a realidade citada anteriormente, ou no mínimo passaram pelo final deste momento esquecido na história da música. Em meio a isso tudo, existem aqueles acontecimentos relacionados a diversas bandas que jamais são esquecidos. Algum acontecimento importante, uma seperação, uma reunião, um lançamento que marcou época. As possibilidades são infinitas. 
Se você já se sentiu velho quando postamos 30 álbuns lançados em 2003 (matéria originalmente criada pelo site MetalSucks.net), agora vamos ainda mais longe. Vamos citar uma séria de acontecimentos que sucederam-se no mundo do Rock/Metal nesse mesmo período em que você estava fazendo suas cópias em fitas K7 e comprando discos de vinil. Fatos que você certamente recordará quando ficou sabendo e onde estava no momento que a notícia chegou aos seus ouvidos, especialmente se viveu os anos 90. É meu amigo, os anos passam e tudo muda. Confira a lista que vai fazer você sentir o peso da idade.

As polêmicas envolvendo o Slayer

quinta-feira, 6 de junho de 2013


O Slayer sempre foi o tipo de banda que envolveu-se em polêmicas ao longo de sua carreira. Seja por suas letras ou sua postura, a banda sempre despertou a ira dos mais puritanos e pessoas que defendem a ideia de que o Metal é uma má influência para os jovens. Os problemas sempre foram maiores no país natal da banda, os Estados Unidos, onde o Slayer costuma ser atacado por grupos religiosos. Até mesmo no memorial de Jeff Hanneman alguns extremistas realizaram protestos contra o guitarrista.
O fato é: tudo isso contribuiu (e muito) para formar a reputação da banda, tanto entre pessoas que pertencem ao meio da música pesada quanto para quem não escuta Metal. Antes da banda surgir já existiam outros grupos que abordavam temas obscuros e macabros em suas letras, mas o Slayer foi o primeiro que levou isso para o mainstream, influenciando inúmeros jovens a trilharem o mesmo caminho no futuro. Assim surgiu a lenda que todos conhecem e admiram hoje em dia.
Para celebrar o Dia Internacional do Slayer, apresentamos esse artigo falando um pouco sobre as maiores polêmicas que sucederam-se ao longo dos mais de 30 anos de carreira. Basicamente, vamos dividir o texto em três partes: nazismo, satanismo e os fãs da banda. Os dois primeiros assuntos foram escolhidos devido a acusações que a banda sempre sofreu, pessoas alegando que a banda faz apologia a tais filosofias. Por fim, vamos falar um pouco sobre os fãs mais extremistas do Slayer, assunto que poderia resultar em um documentário ou TCC.

Kiss: os itens mais bizarros do merchandise oficial

sábado, 25 de maio de 2013


Não é novidade para ninguém que o Kiss é muito mais uma empresa do que uma banda propriamente dita. Ao longo do tempo, inúmeros itens curiosos com o logo da banda foram vendidos, praticamente tudo que você pode imaginar já teve o nome Kiss estampado. TUDO mesmo!
Se você ainda tem alguma dúvida disso, confira nesse post uma série de imagens com alguns dos itens mais bizarros da empresa de Simmons e Stanley. Muitos deles ainda estão disponíveis através do loja oficial da banda (clique aqui para visitar a loja virtual) e outros tornaram-se raridades. 

Top 5: Festivais europeus de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013



Todos os anos o Velho Continente recebe fãs do mundo inteiro em busca dos maiores festivais de Heavy Metal que existem. Já virou tradição bandeiras de países como Brasil, Japão, México, Argentina e tantos outros marcando presença nos eventos europeus. Alguns desses festivais recebem bandas de diversos subgêneros, enquanto outros preferem restringir-se a algo mais específico. O fato é, o verão europeu tem festivais para todos os gostos, trazendo desde bandas iniciantes até nomes lendários da música pesada. 
No post de hoje, vamos apresentar uma lista com os 5 festivais que prometem fazer mais barulho na Europa em 2013. Fizemos a lista com base nas bandas que já foram confirmadas até o momento e dando preferência a festivais que abordam uma grande variedade de gêneros. Ou seja, não incluimos festivais como o M'Era Luna, por exemplo, que é totalmente voltada para a subcultura gótica. 
Muitos dos festivais listados você poderá acompanhar pela internet mesmo, no conforto de sua casa, pois alguns são transmitidos via streaming. Outros sempre tem vídeos profissionais que acabam no You Tube após a realização do evento. Mas se você é uma pessoa de sorte que vai estar presente em um deles, nós do All That Metal gostaríamos muito de ouvir os relatos dessa experiência única. A lista pode servir como ponto de referência também para quem pretende ir em um desses festivais algum dia. 
IMPORTANTE: a lista que acompanha a descrição do festival não inclui todas as bandas, pois geralmente são MUITAS bandas. Confira o site oficial do evento para lista completa.
Então, lá vamos nós...

Pérolas metálicas do 9gag

quarta-feira, 1 de maio de 2013


Posts de humor tem sido cada vez mais raros aqui no ATM. Então, para animar o final do seu feriado, fizemos essa seleção de imagens encontradas no site 9gag. Obviamente, todas ligadas ao gênero musical que cobrimos. 
Vou lançar uma proposta para vocês: quem aí já viu nosso post sobre o Heavy Merdas? Isso foi postado no primeiro dia de atividades desse blog, em setembro do ano passado, e até hoje ainda é um dos nossos artigos mais acessados. Se você curtiu, fica a pergunta então: quer mais? Eu ainda tenho mais imagens que não foram postadas e até mesmo uma música do Heavy Merdas que não tem no You Tube. E sim, ela é mais uma música zoando o Edu Falaschi. Se você quer ver esse post, clique aqui e comente lá no nosso grupo do Facebook!
Para falar a verdade, eu não lembro se todas as imagens são do 9gag mesmo. De qualquer forma, dêem uma conferida. 
PS: particularmente, o do Trent Reznor é meu favorito.

Quem são os vocalistas mais ricos do rock/metal?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


O site celebritynetworth.com fez uma lista indicando quem são os vocalistas com maior poder aquisitivo no rock e metal em geral. A primeira impressão óbvia é de que nem sempre o talento é equivalente ao poder aquisitivo deles, mas tudo bem, a indústria musical é assim mesmo. Pode ter certeza que boa parte desse dinheiro foi você mesmo (isso mesmo, você aí que está lendo essa matéria) que deu para eles comprando CD's, DVD's, camisetas, ingressos, etc. Faz muito sentido pensar em comprar produtos originais mesmo, assim ajudamos eles a manter uma fortuna que certamente jamais vamos ter. Enfim, logo a seguir publicamos parte da lista. A lista completa você pode conferir clicando aqui.

Review de CD: Kiss - Monster

sábado, 13 de outubro de 2012


O Kiss acabou de lançar seu novo álbum de estúdio, singelamente intitulado "Monster", vigésimo trabalho da banda que completa 40 anos de estrada no ano que vem. Confesso que fiquei com um certo receio de escutar esse novo petardo, mas a obrigação de fazer um review dele falou mais alto. Digo isso pelo fato de que o Kiss, sem dúvidas, foi a banda que me inseriu no meio do Rock 'n' Roll e da música pesada como um todo. Se não fosse pelos discos de vinil do Kiss que meu pai tinha em sua coleção, eu jamais estaria nesse blog escrevendo para você caro leitor. Mas seu antecessor, "Sonic Boom" foi decepcionante para mim, um trabalho muito aquém do padrão de qualidade da banda, ainda mais considerando a demora sem nenhum lançamento de inéditas. 
So que não existe nada melhor na vida do que agradáveis surpresas como a audição desse álbum foi para mim. É óbvio que "Monster" não é um clássico instantâneo, mas ele também não veio para figurar na extensa discografia da banda. Não esperem também por algo inovador, o Kiss é responsável por ter influenciado várias gerações de rockers no mundo inteiro, então eles não precisam provar mais nada para ninguém. O que temos aqui é puro Rock 'n' Roll, com aquela pegada e melodias clássicas tão raras de encontrar-se hoje em dia.

Br00tal Quotes #2


Br00tal Quotes chegando atrasado e totalmente fora do horário padrão do blog. Mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? Dessa vez, temos uma citação que vai causar grande polêmica criando uma briga entre fãs de duas grandes lendas. Vejam só o que Steven Tyler, vocalista do Aerosmith e ex-jurado do American Idol, falou a respeito do Kiss...

10 vídeos de músicos expulsando fãs de shows

terça-feira, 9 de outubro de 2012


Um fato muito interessante em shows de Metal/Rock é o respeito que existem entre as pessoas na platéia. O que parece ser um caos total visto de fora tem suas regras também. E é engraçado pensar que algo geralmente encarado como violência pode ser algo que une tanto os fãs, afinal de contas, quem nunca fez algum amigo no meio do mosh pit de um show?
Só que assim como em qualquer outro lugar, sempre tem aquele sujeito babaca que chegou para estragar a festa de todo mundo. Mas ainda bem que existem músicos que preocupam-se com isso quando estão no palco, que sabem que apesar de seus fãs estarem matando uns aos outros na platéia, a violência gratuita deve ser condenada para manter a ordem no local. Melhor ainda é quando esses músicos manifestam-se para dar fim a essa palhaçada e conduzem o camarada para a saída da casa de shows.
O site Loudwire fez uma seleção desses momentos que já foram capturados em vídeo, fazendo uma lista das 10 melhores expulsões de shows. Você pode conferir a lista e os vídeos logo a seguir.

Kiss libera duas faixas novas

quarta-feira, 3 de outubro de 2012


Enquanto todo mundo prepara o bolso para os shows que Kiss vem fazer no Brasil em Novembro, a banda acabou de disponibilizar duas faixas de seu novo álbum, "Monster". As músicas em questão chamam-se "Long Way Down" e "All For The Love Of Rock & Roll". Sinceramente, só essas músicas que já foram divulgadasjá dão a entender que "Monster" vai ser muito superior a "Sonic Boom". E nada me tira da cabeça que o riff de "Long Way Down" lembra muito "Victim Of Changes", clássico do Judas Priest.
A seguir você pode conferir as duas músicas novas, assim como o lyric video de "Hell Or Hallelujah".

Iron Maiden: há 25 anos fazendo história em Donington

sexta-feira, 21 de setembro de 2012


O Iron Maiden anunciou essa semana que estará retornando a Donington Park no ano que vem, onde vai ser a atração principal de uma das 3 noites do festival inglês Download Festival. Essa vai ser a 5ª vez que a banda vai se apresentar como headliner no local, sendo as duas primeiras vezes no lendário Monsters Of Rock (em 1988 e 1992) e as duas seguintes no Download Festival (2003 e 2007).
Atualmente, a banda está em uma turnê chamada Maiden England, onde o palco é uma recriação do mesmo usado na primeira apresentação em Donington, quando estava divulgado “Seventh Son Of A Seventh Son”. Sendo assim, essa será uma apresentação realmente marcante na carreira da banda, exatamente 25 anos após esse show histórico que marca o maior recorde de público do local.
Nesse post, vamos comentar a respeito dos shows anteriores da banda nos dois festivais que realizados em Donington.

Será que Gene Simmons trollou todo mundo? Ou não?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012


Essa semana muita gente ficou empolgada com a notícia de que o Kiss vem ao Brasil em novembro. Mas daí a coisa passou a ficar suspeita quando as datas sumiram do site de Gene Simmons e após um post no Twitter oficial de Nikki Sixx, baixista do Mötley Crüe.

Então, será que Gene Simmons trollou todo mundo em seu site oficial?




Capas de álbuns clássicos com gatos


Ok, essa coisa de 'gatinhos fofos' na internet já deu o que tinha que dar. Mas uma coisa interessante é que existe um Tumblr INTEIRAMENTE dedicado a recriar capas de álbuns clássicos com gatos, o The Kitten Covers.

A seguir, alguns álbuns de bandas de Rock e Metal que tiveram suas "Kitten Versions":