Interview: MELISSA CROSS

quinta-feira, 27 de junho de 2013


This interview was originally posted in Portuguese.
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Couple of years ago, it was normal to people say that extreme metal singer were amateurs that can just scream. But time changed and even beyond the genre professional singers started recognize harsh vocal techniques. Melissa Cross is one of the biggest references with her singing lessons and already released 2 instructive DVD's entitled Zen Of Screaming. A lot of Metal fans already heard her name, but if you're not familiar, you may probably know some of the bands that took her lessons: Slayer, Lamb Of God, Arch Enemy, Cradle Of Filth, Machine Head, Slipknot, Exodus, Suicide Silence, Trivium e many others. 
We had a chat with Melissa about vocal technique and she told us some tips for those who want to become a professional singer. Besides that, she also answered some question from Brazilian singer send by Mizuho Lin e Sergio Mazul (SEMBLANT), Odommok (FROST DESPAIR) and Adriano Pasini (ARMADA SA e BARRABÁS SOCIETY).

Como fazer um headbanger sentir-se velho - Parte 2 (Especial Metallica)


No segundo post dedicado a fazer nossos leitores sentirem os efeitos do tempo, vamos falar exclusivamente sobre o Metallica. Se você perdeu a primeira parte, clique aqui e veja como o tempo passa rápido, ao perceber quantos anos já passaram-se desde alguns acontecimentos que marcaram época e você certamente ainda lembra como se fosse ontem.
Fãs de Metallica, deixem seus netos de lado por um momento e confira a lista abaixo.

Entrevista: MELISSA CROSS

quarta-feira, 26 de junho de 2013


This interview is also available in English.

Há alguns atrás, era comum as pessoas considerarem vocalistas de Metal extremo como amadores que só sabiam gritar. Mas os tempos mudaram e até mesmo fora do gênero os profissionais de canto passaram a reconhecer as técnicas de vocal gutural e drive. Melissa Cross é uma das maiores referências do ramo atuando como professora de canto, além de já ter lançado dois DVD's instrutivos chamados "Zen Of Screaming". Fãs de Metal que estudam técnica vocal certamente já a conhecem, mas se o nome não é familiar, talvez você conheça algumas das bandas com as quais ela já trabalhou: Slayer, Lamb Of God, Arch Enemy, Cradle Of Filth, Machine Head, Slipknot, Exodus, Suicide Silence, Trivium e muitos outros. 
Batemos um papo com Melissa sobre técnica vocal e ela deixou algumas dicas para quem ainda pretende profissionalizar-se como vocalista. Além disso, ela ainda respondeu dúvidas de vocalistas brasileiros, perguntas que foram enviadas por Mizuho Lin e Sergio Mazul (SEMBLANT), Odommok (FROST DESPAIR) e Adriano Pasini (ARMADA SA e BARRABÁS SOCIETY).

Review de CD: Black Sabbath - 13 [Por Paola Rebelo]



Para ler todas as resenhas do All That Metal sobre o novo álbum do Black Sabbath, clique na tag review 13.

Falar sobre Black Sabbath é como pisar em ovos. É preciso ter em mente que está lidando com lendas, e como qualquer ídolo desse porte, existem legiões de fãs com as mãos cheias de pedras para atirar em qualquer um que ouse discordar. Durante os meses de espera pelo lançamento de 13 já eram lançados alguns previews de músicas que não eram exatamente tudo aquilo que se esperava, mas a expectativa continuou alta, afinal, estamos falando dos inventores do heavy metal.

E a verdade é que o 13 realmente não se fez presente como deveria. Com certeza é um ótimo álbum. Com certeza ele está acima da média dos álbuns lançados esse ano, ou no ano passado, ou ainda no anterior. Com certeza manteve o mesmo estilo do Sabbath das antigas... Mas apenas com mais do mesmo. Não importa nesse aspecto a qualidade das músicas em si, mas o fato é que se esperava muito mais desse quarteto (ops, trio e um convidado) tão renomado.

"End of the Beginning" abre o álbum com um sonoridade inicialmente mais sombria e carregada, e se estende lentamente até os riffs mais pesados se revelarem por detrás daquele pano introdutório com clima de teatro de horrores. O destoante negativo dessa música, que se segue presente em outras faixas do álbum, acabou sendo realmente o trabalho do baterista Brad Wilk (Rage Against the Machine, Audioslave). Logicamente, já havia um preconceito geral da escolha de quem assumiria as baquetas no lugar de Bill Ward, porém só se pode fazer esse tipo de crítica depois de o trabalho ter sido lançado... E Wilk realmente não convenceu. Evidenciou-se a bateria simplista da música em contraste com os riffs brilhantes de Tony Iommi.

A canção mais longa é a "God is Dead", que todo mundo já conhecia pelas previews do álbum. Ela demora a engrenar, e mantém sua passada lenta, porém sem perder a gravidade proposta por Iommi e Geezer Butler, que se mantiveram alinhados em sintonia durante grande parte da música, salvo alguns riffs de guitarra que se destacam nas notas mais altas da duvidosa técnica vocal de Ozzy Osbourne.

A seguir temos "Loner", um dos carros-chefe de 13. Trata-se de uma faixa bastante comercial, sim, porém isso não diminui a sua qualidade. Ela começa forte, com um toque que mistura o rock clássico com o hard rock dos anos 90 e uma pitada de blues. Os riffs acentuados e pegajosos criaram uma harmonia interessante com a voz de Ozzy. Uma voz limpa com certeza não daria a essa música a atmosfera que ela precisa para funcionar.

"Planet Caravan", é você? Muitos fãs de Black Sabbath devem ter pensado isso ao ouvir "Zeitgeist", de extrema semelhança com a canção do álbum Paranoid, lançado em 1970. Não há nada de inovador, mas é agradável aos ouvidos, bastante calma, com o violão como um tranquilo e frio substituto da guitarra de Iommi. A psicodelia setentista marca as batidas entre violão e bateria num clima que beira o western. Uma combinação interessante com bom resultado, porém, repetindo o que o Tiago já havia dito em sua crítica, ela é uma canção desnecessária. O que pedem os fãs não são clássicos antigos reescritos, mas sim novos clássicos.

"Age of Reason" é o momento dourado de Brad Wilk, e talvez o seu único destaque em todo o álbum. Ao contrário das demais faixas longas do álbum, ela já começa com força e velocidade, e possui variações em diversas passagens ao longo da música. Pode não ser a sonoridade mais marcante do 13, mas é uma daquelas raras canções em que todos os instrumentos recebem sua devida ênfase nos momentos mais adequados. Quem se sobressai, entretanto, é mais uma vez Tony Iommi, com um solo cujas virtudes não se baseiam em velocidade, mas sim em uma evolução gradativa em uma dança bem construída ao longo das notas. Um bom solo é comparável a um bom discurso, afinal, deve ter início, meio e fim.

"Live Forever", por sua vez, ataca com um riff poderoso logo de início, e ganhou o carinho imediato da grande massa de fãs de rock e metal. Ela é o pacote completo: solos constantes, riffs definidos, uma bateria simplória, porém funcional... Se há uma canção de 13 que todos nos shows da turnê que vem aí saberão cantar, minhas apostas caem em um coro uníssono cantando "But I don't wanna live forever, but I don't want to die". Não é a melhor do álbum, porém está longe de passar despercebida.

Não há palavras suficientes para descrever "Damaged Soul". É o retorno magistral ao Sabbath das antigas, com aquele pé enfiado fundo no blues e uma letra com deus, demônio e apocalipse ao estilo mais tradicional dos primeiros álbuns da banda. Geezer Butler e Tony Iommi disputam destaque ao longo dos oito minutos de duração da faixa, mas, por fim, quem acaba subindo no pedestal é mais uma vez Iommi.

"Dear Father" pode não ser a melhor faixa de 13, contudo com certeza é a que ganhou a letra mais interessante. As intensas linhas de baixo de Butler, o peso da agressividade dos dedos metálicos de Iommi sobre suas cordas e o vocal mais sombrio de Ozzy contam a história de um garoto abusado sexualmente por um padre. Mais uma vez, a bateria se perde entre o modesto e o clichê, porém os demais elementos dessa canção se mostraram tão fortes que as habilidades de Brad Wilk não se mostraram tão ofensivas.

Na Deluxe Version de 13, os velhinhos presenteiam os fãs com mais quatro faixas arrebatadoras. "Methademic" começa com uma guitarra lenta e solitária, mais uma vez com certa alusão western, e em uma virada repentina de estourar as caixas de som, torna-se rápida e forte, com o tipo de riff que gruda na cabeça e fica se repetindo por horas após a música ter sido ouvida. É uma música a ser lembrada, que mereceria um espaço maior dentro do disco, talvez até mesmo substituindo canções como "Zeitgeist" ou "God is Dead". Talvez seja a única faixa que possa bater de frente com "Damaged Soul" ou "Loner".

"Peace of Mind" é uma surpresa agradável para quem já havia perdido completamente as esperanças em Brad Wilk. É uma música que se mantém constante, sem abusar das trocas de velocidade, e bastante curta se comparada a qualquer faixa da banda, com apenas três minutos e 41 segundos. Não é uma música feita para ser a favorita de ninguém, mas possui as linhas clássicas do Sabbath antigo em boa evidência. 

"Pariah", ouso dizer, é a música abençoada com o solo mais bonito que Iommi preparou para esse disco, embora não se possa dizer que é o mais elaborado. Também é uma faixa relativamente curta (embora não tão curta quanto "Peace of Mind"), e com um refrão grudento que poderia funcionar muito bem na turnê que vem por aí. Ela gradativamente aumenta seu ritmo ao longo da música até encontrar um momento de estabilidade, de forma absolutamente natural. Uma ótima faixa que talvez muitos não venham a conhecer por ser uma bônus, infelizmente.

"Naïveté in Black" provavelmente é a música do Black Sabbath mais difícil de ser ouvida. A quarta e última faixa bônus de 13 só está presente na versão americana do disco (versão Best Buy), e mesmo na internet foi difícil encontrar sinais de que ela realmente existia mesmo dias após o lançamento do álbum. A canção adiciona um pouco mais de distorção na guitarra e soa um pouco mais pesada do que as demais. É uma canção interessante, porém ordinária, o que faz questionar o porquê o tamanho exclusivismo em relação a ela ter sido lançada em só um país. Remete mais aos trabalhos da carreira solo de Ozzy Osbourne do que ao próprio Black Sabbath.

13 foi gravado entre agosto de 2012 e janeiro de 2013 nos estúdios Sangri La Studios (Califórnia, EUA) e Tone Hall (Warwickshire, England), com a produção de Rick Rubin. Sob o selo da Vertigo e da Universal, o álbum foi lançado oficialmente no dia 10 de junho de 2013, e se encontra em 1º lugar nos Music Charts em cerca de dez países, incluindo o Billaboard 200 (EUA).

Uma curiosidade a respeito desse álbum é como foi feita a sua arte de capa. Seguindo a aura retrô setentista que domina 13 do início ao fim, a empresa londrina Zip Design decidiu que tudo deveria ser natural e sem computadores. Assim, contrataram o escultor Spencer Jenkins para construir o número 13 de vime, com oito metros de altura. A escultura foi incendiada na zona rural de Buckinghamshire e fotografada por Jonathan Knowles. Foi lançado um vídeo de Behind the Scenes da produção da arte de capa, em uma parceria da equipe de filmagem de Knowles com a Zip Design, que pode ser visto neste link.

Nota: 4

Review de CD: Kalmah - Seventh Swamphony

terça-feira, 25 de junho de 2013

 Como o próprio nome já indica, "Seventh Swamphony" é o sétimo disco de estúdio dos finlandeses do Kalmah, banda que ficou conhecida por tocar um Death Metal melódico extremo e de alta precisão. O grupo que sempre teve as guitarras dos irmãos Antti e Pekka Kokko a frente, conseguiu levar sua música a um novo patamar, fugindo dos clichês que perseguem o gênero que dedicaram-se a tocar. Talvez parte disso seja por conta do novo tecladista, Veli-Matti Kananen, que sabe usar seus efeitos de forma inovadora na banda, sem soar entediante como boa parte das bandas do gênero.

A faixa título dá início aos trabalhos de forma violenta com blast beats e acordes de teclados que dão um tom de grandiosidade ao início do trabalho. A canção nos brinda com o Kalmah já tradicionalmente conhecido por todos, ou seja, espere por melodias bem construídas, vocais extremos e outros elementos comuns ao Death melódico. No meio da música temos uma bela passagem acústica que antecede o solo de guitarra. Em "Deadfall" e "Pikemaster" a banda dá continuidade ao clima que permeia quase todo o trabalho. São canções rápidas e técnicas, sempre com as guitarras a frente conduzindo tudo com riffs e melodias. Apesar do uso excessivo dos teclados em diversos momentos, a banda consegue fazer com que isso seja um diferencial e não atrapalhe o resultado como um todo.

O maior destaque do novo lançamento é "Hollo", faixa que destaca-se em meio ao álbum com seu começo mais arrastado, um bom trabalho de contraponto nas guitarras e vocais limpos em determinados trechos. Do peso arrastado ela evolui e fica mais rápida, com o pedal duplo marcando riffs mais rápidos e corais acompanhando as linhas de teclado. Definitivamente, um diferencial não apenas para "Seventh Swamphony", mas para toda a discografia do Kalmah.

"Windlake Tale" é uma das mais pesadas do trabalho e destaca-se pela grande variação e criatividade ao longo de seus 4 minutos e meio. Nesse ponto já é evidente para qualquer um as influências eruditas da banda, especialmente nos solos magistrais presentes em quase todas as músicas do disco. O clima muda um pouco em "Wolves On The Throne", outro momento em que podemos observar estruturas bem trabalhadas com ótimas linhas de guitarras, baixo e teclado.

Próximo ao fim do álbum, temos a pesada e rápida "Black Marten's Trace", que lembra um pouco os trabalhos mais antigos da banda. "The Trapper" encerra o novo álbum do Kalmah de forma digna, uma das melhores dentre as 8 faixas. É uma canção que também lembra os primeiros álbuns da banda, especialmente nas melodias das guitarras, apesar de ainda conter elementos comuns a fase atual.

De uma forma geral, "Seventh Swamphony" é um ótimo álbum, repleto de variedades que conseguem prender o ouvinte o tempo inteiro. Em momento algum ele torna-se previsível como acontece em determinados casos com outras bandas do gênero. Ouso dizer que é um dos melhores lançamentos do ano, especialmente levando em conta a exímia técnica dos músicos. Para quem já era fã o trabalho é muito recomendado e para quem ainda não conhece a banda é uma ótima maneira de dar o primeiro passo.

Nota: 5/5



Como fazer um headbanger sentir-se velho - Parte 1

segunda-feira, 24 de junho de 2013


Quem não lembra dos bons tempos em que você comprava um CD ou disco de vinil e corria o mais rápido possível para chegar em casa e escutar o novo item adquirido para a coleção. Numa época em que o amigo que comprava aquele aguardado lançamento sempre acabava fazendo cópias em fita K7 para o resto do pessoal. As pessoas davam muito mais valor para cada álbum que conseguia comprar, não é era como conhecer uma banda e 10 minutos depois ter toda a discografia. Era muito melhor. 
Consultando as estatísticas de nossa página no Facebook, a maior parte dos leitores do ATM tem entre 25 à 34 anos. Ou seja, pessoas que conheceram bem a realidade citada anteriormente, ou no mínimo passaram pelo final deste momento esquecido na história da música. Em meio a isso tudo, existem aqueles acontecimentos relacionados a diversas bandas que jamais são esquecidos. Algum acontecimento importante, uma seperação, uma reunião, um lançamento que marcou época. As possibilidades são infinitas. 
Se você já se sentiu velho quando postamos 30 álbuns lançados em 2003 (matéria originalmente criada pelo site MetalSucks.net), agora vamos ainda mais longe. Vamos citar uma séria de acontecimentos que sucederam-se no mundo do Rock/Metal nesse mesmo período em que você estava fazendo suas cópias em fitas K7 e comprando discos de vinil. Fatos que você certamente recordará quando ficou sabendo e onde estava no momento que a notícia chegou aos seus ouvidos, especialmente se viveu os anos 90. É meu amigo, os anos passam e tudo muda. Confira a lista que vai fazer você sentir o peso da idade.

Phil Anselmo em animação sobre culinária

sexta-feira, 21 de junho de 2013


Você consegue imaginar como seria um programa de culinária se ele fosse apresentado por Phil Anselmo? Foi exatamente isso que o artista Joey Siler tentou representar através de uma animação postada no YouTube. A música ficou a cargo da banda tributo Good Friends And A Bottle Of Whiskey. Realmente hilária, confira o vídeo logo abaixo.

Entrevista: Rafael Bittencourt (ANGRA, BITTENCOURT PROJECT)


Semana passada começamos uma série de matérias especiais com o intuito de preparar os fãs de Angra para a vindoura apresentação que a banda realizará em Porto Alegre (CLIQUE AQUI para infos sobre o show). No primeiro post abordamos a carreira de Fabio Lione, vocalista convidado para a turnê comemorativa da banda. Esta semana pretendíamos falar sobre o debut que lançou o Angra ao mundo, "Angels Cry", lançado há 20 anos atrás e considerado um marco para o Metal nacional. Mas surgiu a possibilidade de trazermos algo ainda mais especial aos nossos leitores: uma entrevista exclusiva com o guitarrista Rafael Bittencourt.
Rafael Bittencourt não é apenas o guitarrista do Angra, quem é fã da banda sabe o papel que ele desempenhou ao longo dos anos. Sempre foi um dos principais compositores do grupo, além de ter encarado todas as mudanças enfrentadas nas últimas duas décadas, como a trágica separação após "Fireworks" e os problemas burocráticos que deixaram a banda inativa no final dos anos 2000. Seu lugar é ao lado de grandes nomes que marcaram o gênero no Brasil, fazendo com que seja uma grande honra para nós do ATM apresentar esta entrevista.
Falamos sobre a turnê comemorativa, o reality show para escolher o novo vocalista, os preparativos para celebrar os 20 anos de "Angels Cry" e outros assuntos diversos. É óbvio que não poderíamos deixar de perguntar sobre os boatos que envolvem uma possível participação de Andre Matos no futuro. Além disso, ainda desenvolvemos uma conversa bem interessante sobre a identidade das bandas nacionais e as mudanças que a indústria musical vem enfrentando ao longo dos anos. Confira!

Hibria: Novo álbum em primeiro lugar em pré-venda no Japão!



O HIBRIA recebeu uma ótima notícia hoje. Seu novo disco, 'Silent Revenge', alcançou a primeira posição no ranking de pré-vendas da HMV, maior loja de discos do Japão.

O disco já vem entre os 10 mais vendidos, sem ao menos ser lançado, por pelo menos duas semanas, na frente de nomes como Linkin Park, Amon Amarth, Masterplan, Heaven Shall Burn, entre outros.



E essa não é a primeira vez que os japoneses colocam o HIBRIA no topo do Ranking. Nos lançamentos de todos os outros álbuns em terras nipônicas, o grupo brasileiro também figurou como o MAIS VENDIDO, tendo o álbum 'Defying The Rules' ficado por 6 semanas consecutivas no topo da lista.  Essa relação de amizade entre a banda e Japão ficou eternizada com a gravação do DVD 'Blinded by Tokyo - Live in Japan', que também ficou no topo das paradas novamente!

Recentemente a banda anunciou mais uma viagem ao Japão, que será a quinta turnê do HIBRIA por lá em 5 anos consecutivos. Como agradecimento, o novo álbum sairá com um bônus especial para os fãs japoneses, sendo esse uma música especialmente composta pela banda para os fãs japoneses.

'Silent Revenge' será lançado no Japão semana que vem, no dia 26 de junho pela King Records. No Brasil o disco sai em 13 de julho pela Voice Music.

O título e todo o álbum foram inspirados no filme argentino "O Segredo dos Seus Olhos", um thriller psicológico que trata sobre perda, angústia, desejos não realizados e vingança.

Confira o primeiro videoclipe retirado do trabalho: 'Silence Will Make You Suffer'.

Confira o videoclipe "Silence Will Make You Suffer", que contou com a direção de Luís Mário Fontoura, direção fotográfica de Lívia Santos, direção de arte de Ana Musa e montagem e finalização por Denise Marchi.



Mais surpresas estão sendo preparadas para a festa de lançamento. Fique ligado!

Contato para shows: hibria@hibria.com

Sites relacionados:
www.hibria.com
www.facebook.com/HIBRIAOFFICIAL
www.myspace.com/hibria
www.metalmedia.com.br/hibria

Fonte: Metal Media

Interview: Simon Berglund (ZONARIA)

quinta-feira, 20 de junho de 2013


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This interview is also available in Portuguese.

by Caio Botrel

ATM had a chat with Simon Berglund, guitarrist/singer of the Swedish band Zonaria. Berglund talked about the band's carreer and details about "Arrival Of The Red Sun", released in 2012 via Listenable Records.