Mostrando postagens com marcador sebastian bach. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sebastian bach. Mostrar todas as postagens

O novo All That Metal

domingo, 13 de outubro de 2013

Não há razão alguma pela imagem ilustrativa do post.
Apenas a empolgação de ter visto Ozzy pela segunda vez.

Prezados leitores do ATM,

Após as postagens comemorativas a um ano de atividades do blog, tivemos apenas os reviews dos shows de Sebastian Bach e Black Sabbath/Megadeth, dentre outras postagens. Agora realmente podemos afirmar que começaram de vez as atividades do nosso segundo ano na mídia especializada do Rock/Metal. E como tudo na vida, com o tempo você acaba aprendendo algumas coisas, passa a reconhecer o que funciona e reconhece o que deve ser descartando. Levando tudo isso em conta, cá estou para anunciar as mudanças que vamos ter no blog. 

A primeira delas já deve ter sido notada por quem acessou nossa página nos últimos dias, pois estamos com um layout bem mais clean e prático para a navegação. Algumas mudanças ainda serão necessárias, como a volta dos posts relacionados e o tradicional slide com as matérias de destaque. Mas, no geral, é assim que vocês podem conferir nosso trabalho a partir de agora: sem exageros, sem poluição, tudo o mais simples possível para focar sua atenção na leitura, mantendo a mesma eficiência de sempre para trazer informações a todos que acessam o ATM. 

A segunda mudança a ser anunciada é a mais importante de todas: a mudança na linha editorial do blog. Na verdade, não é nenhuma novidade para nosso público fiel, pois foram vocês que nos levaram até o momento atual. O fato é: pra que ficar mantendo uma página cheia de notícias que você encontra em qualquer outro site? Acreditem, isso toma muito tempo e os resultados não chegam nem perto do principal trabalho que desenvolvemos, ou seja, conteúdo próprio e exclusivo do ATM. Nossos artigos, reviews de shows, entrevistas e colunas sempre foram mais visadas que qualquer outro tipo de postagem, portanto, a partir de agora vamos nos concentrar apenas nesse tipo de conteúdo. Em suma, o que você ler por aqui não vai estar em nenhum outro lugar, salvo exceções como parcerias (em especial com o Groovypedia Studio Live e a Rádio Putzgrila) e divulgação no Whiplash. 

Bandas e assessorias de imprensa que contam com nosso apoio: estamos sempre prontos para apoiar o Metal nacional, que sempre teve um espaço garantido no ATM. Aliás, esse espaço cresceu cada vez mais com o tempo e agora mesmo que queremos dar ainda mais destaque. Basta entrar em contato para divulgação, solicitações de review e interesse em entrevistas. É extremamente gratificante saber que todas as postagens de bandas nacionais por aqui sempre são um enorme sucesso! 

Ao longo dos próximos dias vamos ter muitas novidades, como entrevistas com as bandas nacionais Enarmonika e Aneurose, além dos finlandeses do Magenta Harvest. Vai rolar também uma promoshare de ingressos para o show que o Hibria realizará em São Leopoldo (clique aqui para todas as informações), no dia 26 de outubro, na Sociedade Orfeu, numa parceria ATM, Groovypedia Studio Live, Makbo e InFlux. Como se não bastasse, já está garantida também uma entrevista com a banda. Pois é, em breve vamos ter o Hibria no ATM! Isso tudo é apenas uma amostra, tem mais novidades chegando em breve. 

Antes de finalizar, gostaria de agradecer novamente a todos que tem colaborado com o nosso crescimento ao longo do tempo. Em especial, aos mais de 15 mil leitores que acessaram durante a semana o meu review do Black Sabbath/Megadeth que foi publicado no blog, no Whiplash e site da Rádio Putzgrila. Muito obrigado! É a todos vocês que devo o reconhecimento que me permite viver próximo aos meus ídolos da música. 

Keep on rotting, 
Tiago Alano
Fundador e redator-chefe do ATM

Review de show: Sebastian Bach (Sociedade Orfeu, São Leopoldo, 21/09/2013)

sábado, 28 de setembro de 2013


Fotos por Tiago Alano e Martha Buzin
Texto por Tiago Alano


Confira galeria de imagens exclusivas do ATM no final do post

Muitas pessoas ficaram surpresas com o anúncio de um show de Sebastian Bach em São Leopoldo, cidade da região metropolitana de Porto Alegre. Alguns até acharam estranho um show deste porte ser realizado fora da capital gaúcha e criticaram a iniciativa. Mal sabem essas pessoas o quão enganadas estavam, pois foi apresentado um espetáculo com ótima estrutura em uma noite memorável para os fãs de Hard Rock e Heavy Metal. O local escolhido para receber o ex-vocalista do Skid Row foi o clube Sociedade Orfeu, o mais antigo da cidade, e o show principal contou com a abertura das bandas Maça de Pedra e Hipercubo. O evento foi produzido pela Makbo em uma parceria com a escola InFlux

Quem deu o pontapé inicial da noite foi a banda Maça de Pedra, apresentando um Rock'N'Roll de altíssima qualidade. Abriram com "Não Tem Mais Como Controlar" e "Alucinação", aquecendo o público para a longa noite que seguiria-se. A vocalista Caren Suzana demonstrou-se muito empolgada com a ocasião e desejou a todos uma noite cheia de orgasmos. Vale falar que a vocalista é uma ótima performer, com uma presença de palco e atitude raramente encontrada. O guitarrista Rodrigo Java é outro que chama muita atenção, pois é um músico dotado de estilo próprio, outra característica que não estamos acostumados a ver por aí, considerando a enorme quantidade de virtuoses das seis cordas que não tem um mínimo de criatividade. Ainda tocaram mais dois sons próprios, "Sinceridade" e "Como É Que Vai Da Maçã", para logo depois encerrar com um cover do Led Zeppelin, "Whole Lotta Love", que caiu como uma luva na voz de Caren. Espero ver a banda novamente em breve, certamente um nome promisso da cena atual.

Maça de Pedra

A segunda banda a subir no palco foi o Hipercubo, quinteto com uma proposta bem tradicional dentro do Hard Rock. Assim como a banda anterior, apresentaram um set curto, porém muito eficiente. Tocaram algumas composições próprias, "Meu Amor", "Dance" e "Noite de Sexo", que cumpriram muito bem a tarefa de manter o público animado para a atração principal. Sejamos francos, boa parte do público não cria grandes expectativas sobre as bandas de abertura, mas podemos afirmar que as pessoas presentes no Sociedade Orpheu tiveram agradáveis surpresas. A banda ainda tocou um cover de "It's So Easy", do Guns N' Roses, com uma ótima interpretação do vocalista J. Kid, um frontman como poucos em nossa cena atual. 

Hipercubo

Enfim, havia chegado o momento aguardado por todos: a banda de Sebastian Bach sobe ao palco e tem início o show principal do evento. Logo de cara já mandam ver em "Slave To The Grind", faixa título do segundo álbum do Skid Row, um dos maiores clássicos da década de 90. Bach já chegou mostrando que ainda é um dos maiores frontman do mundo, pois o vocalista não para um segundo sequer e comanda o público de forma inigualável. Sem nem ao menos deixar a platéia respirar já tocaram "Kicking & Screaming" na sequência, faixa título do mais recente álbum de estúdio do vocalista.


Um fato curioso: durante o início do show, o redator que vos escreve estava entre a grade e o palco fotografando a banda. Próximo do fim da segunda canção, Bach fez um sinal para mim, aparentemente pedindo para não fotografar seu lado direito. No intervalo que antecedeu a música seguinte, até falou no microfone "esse não é um ângulo bom" com um tom de muito humor, olhando diretamente para mim. Teria o vocalista algum problema com fotos do seu lado direito? Vai saber! De fato, não contente em comandar a platéia, ele também faz questão de coordenar os fotógrafos, o que gerou situações inusitadas, como levar um dos fotógrafos para cima do palco.

Tião: "That's not a good angle."
O show continuou com mais uma canção do álbum mais recente de Bach, "Dirty Power", mostrando uma boa recepção por parte dos fãs. Mas não podemos ignorar a verdade: boa parte do público estava lá por causa dos clássicos do Skid Row, isso é óbvio! Sendo assim, para a felicidade geral dos presentes, tivemos duas músicas do primeiro álbum de sua ex-banda, "Here I Am" e "Big Guns", cantadas do início ao fim pelos fãs. Logicamente, não podemos esperar que o vocalista ainda seja capaz de fazer uma performance idêntica a versão original, afinal de contas, já passaram-se mais de 20 anos. Só que ele está muito longe de fazer feio, pelo contrário, ainda manda muito bem nas faixas antigas e afirma-se como uma das vozes mais poderosas do Hard Rock e do Heavy Metal mundial.

O álbum "Angel Down", particularmente meu favorito de sua carreira solo, foi muito bem representado por "(Love Is) A Bitchslap" e a pesada "Stuck Inside". Além da ótima presença de palco de Bach, o resto da banda destaca-se pela ótima interação com o público, com destaque especial para o baixista Jason Christopher. Devin Bronson demonstrou ser uma ótima adição a banda, mantendo-se fiel aos solos e fazendo ótimos duetos com Johnny Chromatic, guitarrista que já está com Bach desde 2005. E o que falar do baterista Bobby Jarzombek? Acredito que um baterista que tem no currículo bandas como Halford, Fates Warning, Iced Earth e Riot dispensa apresentações, certo? Como o próprio Bach disse ao final do show, um dos melhores bateristas do gênero!


Mais um clássico do Skid Row veio logo a seguir, "Piece Of Me", mais uma vez com a participação essencial do público que cantou o refrão a plenos pulmões. Mas o delírio generalizado surgiu foi na canção seguinte: "18 & Life". Precisa falar algo a respeito da reação do público? Tenho plena certeza que foi um momento de pura nostalgia para muitos. Bach também não decepcionou durante a execução da faixa, ainda mais considerando que não é uma canção muito fácil de cantar.

A canção seguinte era um dos momentos pela qual mais aguardava, a faixa "American Metalhead", originalmente gravada pelo Painmuseum e regravada por Bach no álbum "Angel Down" (o guitarrista do Painmuseum, Metal Mike Chlasciak, integrou a banda do vocalista entre 2005 e 2008). Como já é tradicional em seus shows, o vocalista adaptou o título e o refrão da música de acordo com o local onde estavam tocando, batizando a mesma como "Brazilian Metalhead". Depois desse momento com muito peso e altamente convidativo a bater cabeça, tivemos mais uma balada, especial para o público brasileiro. "In A Darkened Room", faixa do "Slave To The Grind", criou um laço muito forte entre Bach e o público tupiniquim, tornando-se uma música obrigatória no repertório toda vez que ele apresenta-se em nosso país. Mas, sejamos francos, acredito que a música poderia estar melhor posicionada dentro do set ao invés de ficar entre duas músicas mais pesadas.

"Monkey Business" foi a próxima canção que ecoou pela Sociedade Orfeu, clássico absoluto do Skid Row e uma das mais esperadas da noite. Um dos momentos mais memoráveis da apresentação! Rolou também o tradicional improviso no meio da canção. Bach começou a apresentar a próxima música, mas depois falou que aquele era o momento em que a banda precisava sair do palco e fingir que estava encerrando o show, para logo depois retornar e terminar de anunciar "Tunnelvision". A faixa em questão foi escrita em parceria com John 5 (Rob Zombie, ex-Marilyn Manson) e é uma das melhores do trabalho mais recente de Bach.




Infelizmente, percebemos a clara indicação de que estávamos próximo ao fim da apresentação quando Devin pegou um violão e começou a tocar as primeiras notas de "I Remember You". A banda começou a tocar a clássica balada do Skid Row, mas logo interrompeu ela para tocar outra música que aparentemente chama-se "One Picture". Vou ser bem honesto com os leitores, não faço ideia de que música seja. Mas logo depois seguiram tocando "I Remember You" normalmente e foi possível até mesmo escutar o eco de todas as vozes no local que estavam cantando a música junto do vocalista. O final não poderia ser diferente, com "Youth Gone Wild" gerando a catarse final na pista. Duvido que pudesse existir uma pessoa no local que não estivesse erguendo seu braço e cantando o refrão o mais alto possível. Encerramento épico para um show que ficará marcado como um dos mais empolgantes do ano.

O único ponto negativo da apresentação acabou sendo sua curta duração, que não chegou nem a uma hora e meia, além de algumas músicas que foram cortadas do set list. "Dance On Your Grave" e "My Own Worst Enemy", por exemplo, estavam inicialmente cotadas para integrar o set, mas acabaram não sendo tocadas. Outras ótimas canções de sua carreira solo também ficaram faltando, como "You Don't Understand" e "As Long As I Got The Music". E, é claro, sempre haverá algumas músicas do Skid Row que os fãs sentirão falta. De minha parte, acho que seria muito agradável ter "Psycho Love" no repertório, o que possivelmente nunca vai acontecer pelo simples fato de ter sido escrita pelo baixista que impede seu retorno a banda...

No começo do texto comentei sobre a reação de algumas pessoas sobre o anúncio do show em uma cidade do interior. Acho muito válida a iniciativa de buscar outras alternativas e locais para a cena gaúcha, ao invés de pensar que tudo deve estar centralizado na capital. Mais uma vez, a produtora Makbo está de parabéns pelo ótimo trabalho desempenhado, aprimorando a produção do evento em relação ao show do Moonspell no ano passado e servindo de exemplo no que diz respeito ao tratamento com o público. Preços justos, ótima produção de palco e som e local apropriado para receber o público. Portando, deixo registrado meu agradecimento ao Márcio por mais uma oportunidade de participar de um evento memorável e garanto que apoio e espaço no All That Metal é algo que a produtora sempre vai ter. E dia 26 de outubro estaremos na Sociedade Orfeu novamente com Hibria, Dyingbreed e A Sorrowful Dream, em mais um capítulo da construção de uma nova alternativa para o público gaúcho.

Confira galeria de imagens exclusivas do All That Metal:


O Sebastian Bach que talvez você não conheça

quinta-feira, 19 de setembro de 2013



Segunda parte do especial Sebastian Bach no ATM. CLIQUE AQUI para todos os detalhes do show que será realizado em São Leopoldo no dia 21 de setembro.

O canadense Sebastian Philip Bierk, mundialmente conhecido como Sebastian Bach e apelidado como Tião em terras tupiniquins, é muito mais que um mero vocalista de Heavy Metal/Hard Rock. A verdade é que Bach é um verdadeiro artista multimídia que já atuou em diversas áreas além do seu reconhecido trabalho na carreira solo e, principalmente, nos anos à frente do Skid Row. No post passado falamos exclusivamente de sua carreira solo, mas hoje vamos abordar o que ele andou fazendo ao longo dos anos pós-Skid Row fora os ótimos discos que levam o seu nome. Bach participou de reality shows, cantou na Broadway, atuou em séries de TV e realizou participações especiais em outros projetos.

Musicais da Broadway

A carreira do vocalista em produções da Broadway teve início no ano 2000, quando ele recebeu um convite para o papel principal de Jekyll & Hyde. Sua estreia aconteceu em abril daquele ano e foi assinado um contrato até setembro, mas, como a repercussão do musical foi além das expectativas, foi feita uma oferta para estender as performances até 15 de outubro. Após deixar a produção, ele mesmo ajudou seu substituto nos ensaios, David Hasselhoff. Em 2004, Bach ainda voltaria a apresentar-se no musical.

Em 2001, atuou como Riff Raff no The Rocky Horror Show. No mesmo ano ainda teve um dia inteiro de perfomances, no dia 28 de novembro, quando foi realizado em Nova Iorque um concerto beneficente em resposta aos atentados de 11 de setembro. Bach compareceu bem cedo ao concerto, partiu para apresentar-se na Broadway e retornou ao final do evento quando os músicos participantes juntaram-se para uma canção de encerramento.


Outro grande momento de Bach em musicais da Broadway foi quando ele assumiu o papel principal de Jesus Christ Superstar. É isso mesmo, Bach representou Jesus Cristo na produção! Ao seu lado estava o veterano Carl Anderson, imortalizado pelo seu papel como Judas em uma das produções mais conhecidas da Broadway. O próprio Bach afirmou que gostaria de repetir a experiência, mas sua vontade é de que na próxima vez seja possível assumir o papel de Judas.



Aparições na TV

O primeiro trabalho de Sebastian Bach na televisão foi como apresentador de um programa da VH1 chamado Forever Wild, no ano de 2002. O vocalista gostou tanto da experiência frente às câmeras que decidiu arriscar-se em algo maior. Acabou encarando uma proposta para atuar na série Gilmore Girls, televisionada pela rede Warner Bros., da qual participou de 2003 a 2007. Seu personagem chamava-se Gil, guitarrista de uma banda de rock com o nome Hep Alien.


Em 2004, surgiu a oportunidade de participar do seu primeiro reality show, em uma série chamada "I Married..." produzida pela VH1. Em "I Married... Sebastian Bach", foi exibida a convivência do vocalista e sua família em uma casa junto do Tight Five, um projeto formado pelo vocalista no mesmo ano e dissolvido logo após a realização do reality show. O programa ainda contou com a participação especial de Dee Snider, vocalista do Twisted Sister.


Mais um reality show da rede VH1 surgiu em 2006, o Supergroup, em maio daquele ano. O programa consistia em 5 músicos renomados trancados durante 12 dias em uma mansão de Las Vegas para formarem uma banda e compor material próprio. Quem acompanhou Bach na empreitada foram os guitarristas Ted Nugent e Scott Ian (Anthrax), o baixista Evan Seinfeld (Biohazard) e o baterista Jason Bonham (filho da lenda que comandou as baquetas do Led Zeppelin). Juntos formaram uma banda de nome Damnocracy, que acabou não indo além do reality show. Quem assistiu ao programa deve lembrar a cara impagável de Bach quando Seinfeld fotografou um ensaio sensual das então esposas de ambos. Na época, Seinfeld era casado com a atriz pornô Tera Patrick.


Sua participação mais recente em um programa de TV foi em mais um reality show, o Gone Country. O programa era exibido pela rede CMT e Bach foi o ganhador da segunda temporada. O resultado foi o clipe de "Battle With The Bottle", surpreendendo a todos com uma performance de Bach em música country. O vocalista até manifestou a vontade de gravar um disco inteiro nessa linha, o que acabou não rolando até agora. Por incrível que pareça, a música é ótima!



O vocalista ainda gravou sua voz para um episódio de Bob Esponja, "SpongeBob and the Clash of Triton", veiculado na TV norte americana em julho de 2010. O personagem que ganhou a voz de Bach foi Prince Triton, o filho rebelde do King Neptune. 



Outros Projetos Musicais

Bach quase acabou entrando para uma banda que tornou-se mundialmente reconhecida em 2003. Como é de conhecimento geral, o Velvet Revolver fez sua estreia naquele mesmo ano, quando os ex-integrantes do Guns N' Roses Slash e Duff McKagan chamaram Scott Weiland para assumir os vocais, foramando um dos maiores supergrupos da década passada. Mas antes de Weiland aparecer, Bach realizou alguns testes como vocalista da banda. Acabou não ficando com a vaga pois, segundo Slash, o grupo estava soando como um 'Skid Roses'.

É possível escutar sua voz no álbum "An Absence Of Empathy", lançado pela banda Frameshift em abril de 2005. O grupo era liderado por Henning Pauly, que convidou Bach para gravar os vocais após uma indicação de James LaBrie, frontman do Dream Theater. Bach e LaBrie são amigos de longa data. Um ano depois, quando estava abrindo shows da turnê do Guns N' Roses, o vocalista subiu ao palco várias vezes para cantar "My Michelle" com Axl Rose, tanto em shows nos Estados Unidos como em alguns festivais europeus. 

Confira a lista com todas as participações especiais de Bach em canções de outras bandas, incluindo um álbum de uma banda brasileira:

- 1989: Trouble Walkin' – Ace Frehley
- 1989: Dr. Feelgood – Mötley Crüe, backing vocals em "Time for Change"
- 1993: Believe in Me – Duff McKagan, vocalista em "Trouble"
- 2001: Twisted Forever – A Tribute To The Legendary Twisted Sister
- 2003: Sophie – BulletBoys, backing vocals na faixa "Neighborhood"
- 2006: Soundtrack Of A Soul Liberty N' Justice "Another Nail"
- 2008: Heavy Hitters – Michael Schenker Group, vocalista em "I Don't Live Today"
- 2008: Chinese Democracy – Guns N' Roses, backing vocal na canção "Sorry"
- 2010: Siam Shade Tribute – "Don't Tell Lies"
- 2012: Todos Os Meus Passos – Kiara Rocks, backing vocals on "Careless Whisper"
- 2012: Slave to the Empire – T&N, vocals on "Alone Again"