Mais uma entrevista internacional exclusiva para o All That Metal. O músico que falou conosco dessa vez dispensa apresentações: Michael Amott. O guitarrista sueco deu início a sua carreira nos anos 80, tocando nas bandas Disaccord e Carnage. Mas foi em 1990, quando juntou-se aos ingleses do Carcass, que seu nome tornou-se mundialmente conhecido. Com a banda ele gravou os álbuns "Necroticism - Descanting the Insalubrious" e "Heartwork", dois clássicos absolutos do metal extremo. Acredito que se você está lendo essa matéria, nem preciso falar o quão importante e lendária essa banda é, certo? Após deixar o Carcass, Michael ainda teve uma breve passagem pelo Candlemass (1997-98), uma das bandas que ajudou a definir o Doom Metal como o conhecemos hoje.
Mas, obviamente, todos vocês também conhecem ele através de seu próprio projeto, o Arch Enemy, que ao longo dos anos tornou-se um dos maiores expoentes da música pesada. A banda foi formada em 1995, junto de seu irmão na guitarra, Christopher Amott, e o vocalista Johan Liiva. O Arch Enemy sempre caracterizou-se pela mistura perfeita entre peso e melodia, e mesmo com o chamado Melodic Death Metal saturado hoje em dia, a banda ainda mantem sua sonoridade totalmente única e diferenciada, quebrando os padrões desse sub-gênero.
Mas, obviamente, todos vocês também conhecem ele através de seu próprio projeto, o Arch Enemy, que ao longo dos anos tornou-se um dos maiores expoentes da música pesada. A banda foi formada em 1995, junto de seu irmão na guitarra, Christopher Amott, e o vocalista Johan Liiva. O Arch Enemy sempre caracterizou-se pela mistura perfeita entre peso e melodia, e mesmo com o chamado Melodic Death Metal saturado hoje em dia, a banda ainda mantem sua sonoridade totalmente única e diferenciada, quebrando os padrões desse sub-gênero.
O Arch Enemy passou por algumas mudanças de formação ao longo dos anos, incluindo duas saídas de Christopher e a inclusão do baixista Sharlee D'Angelo (que tem passagem por Mercyful Fate, King Diamond, Sinergy e tantos outros) e o baterista Daniel Erlandsson, ambos em 1998. Mas foi com a chegada da vocalista Angela Gossow, que estreiou em "Wages Of Sin", de 2001, que a banda realmente explodiu na cena. Dona de uma voz incrivelmente brutal e agressiva, Angela não só foi parte essencial dessa grande evolução na música da banda, como também tornou-se a maior representante feminina do Metal Extremo. No lugar do irmão de Michael, hoje a banda conta com o americano Nick Cordle (ex-Arsis).
Fora o Arch Enemy, Michael também integra a banda Spiritual Beggars, banda de Stoner Rock formada em 1992 pelo guitarrista. Além disso, ele também participou da turnê de reunião do Carcass, mas optou por deixar a banda (que atualmente está gravando um novo álbum de estúdio) para concentra-se exclusivamente em suas duas bandas principais.
Na entrevista, Michael comenta sobre a mais recente turnê do Arch Enemy, divulgando o espetacular "Khaos Legions", lançado em 2011. Além disso, ele nos conta os planos futuros da banda, fala sobre a vida na estrada e responde uma dúvida do meu grande amigo e guitarrista da Dyingbreed, Lucas Cabral. O guitarrista também foi bem direto ao garantir que não pretende voltar a trabalhar com o Carcass. De quebra, ainda nos fala que o novo álbum do Spiritual Beggars está a caminho e revela, com exclusividade, que a banda pretende vir a América do Sul ainda esse ano!
